As férias de Isabela/ Historia infantil

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O mar estava azul-turquesa, lindo como uma pintura. A areia era branca e morna, perfeita para fazer castelos. Isabela estava sentada na varanda da casa de praia, com um sorvete de morango na mão.

Era o cenário perfeito. As “férias dos sonhos”.

Mas Isabela soltou um suspiro longo. O sorvete começou a derreter, pingando uma gota rosa no chão. Plic.

— O que foi, Bela? — perguntou a mãe. — Não está gostando?

— Estou… — disse Isabela, sem muita força.

Ela gostava do mar. Mas, depois de trinta dias de “fazer nada”, o silêncio das férias começou a ficar barulhento dentro da cabeça dela.

Isabela enfiou a mão no bolso do short jeans. Seus dedos encontraram um objeto pequeno, duro e quadrado. Ela puxou.

Era um apontador de lápis, verde e velhinho, que tinha ficado esquecido ali desde o último dia de aula.

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Isabela levou o apontador ao nariz. Ele não cheirava a maresia, nem a protetor solar. Ele cheirava a madeira, grafite e borracha.

Aquele cheiro atingiu o coração de Isabela como uma flecha.

De repente, o barulho das ondas (shhh-shhh) sumiu. Na memória dela, ela ouviu o sinal tocando: TRIIIIIIM!

Ela fechou os olhos e viu a professora Ana escrevendo no quadro-negro, a poeira de giz flutuando no raio de sol. Ela ouviu a risada da sua melhor amiga, a Luiza, contando um segredo na hora do recreio. Ela sentiu a textura da folha de caderno nova, fria e lisa, esperando para ser preenchida com histórias.

As férias eram descanso, mas a escola… a escola era vida.

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Isabela sentiu uma lágrima quente escorrer, misturando-se com o sal da praia em seu rosto. Não era tristeza ruim; era a dorzinha de amar muito algo que estava longe. Ela sentia falta de aprender coisas novas, de sentir o cérebro estalar quando entendia uma conta de matemática, de dividir o lanche.

Ela desceu da varanda e correu para a areia molhada. Com um graveto, ela não desenhou um sol ou uma flor. Ela escreveu, em letras grandes e tortas:

A-M-A-N-H-Ã.

Uma onda veio e apagou a palavra, mas Isabela sorriu. O peito dela, antes apertado, agora batia rápido e feliz. O mar era bom, mas o cheiro de lápis apontado era a promessa de que a melhor parte do ano estava prestes a recomeçar.


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