
Na Escola de Sustos, a regra era clara: ser gelado, ser barulhento e, o mais importante, fazer “BUUUU” bem alto.
Mas Plim era um problema para os professores.
Ele era um fantasminha pequeno, feito de um lençol que cheirava a lavanda e não a mofo. Quando ele tentava uivar, o som não saía assustador.
— Uuuuu… — tentava ele.
Mas parecia o som do vento soprando numa flauta doce. Fiuuuu. Era um som que dava sono, não medo.
— Você é uma vergonha para a classe dos assombrações! — reclamava o Fantasma Diretor, batendo correntes enferrujadas. — Vá para a Casa da Colina e não volte até assustar alguém de verdade!
Plim flutuou até a Casa da Colina. Era uma casa grande, onde o assoalho rangia: crec-crec-crec.
Lá, num quarto escuro, havia um menino. O menino estava encolhido na cama, tremendo. O cobertor dele tinha caído no chão e estava longe demais para alcançar. A janela estava aberta e o vento da noite era cortante.
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Plim viu sua chance. “É agora”, pensou ele. “Vou aparecer, gritar e ele vai tremer de medo!”
Plim se estufou. Ficou grande (ou tentou). Ele chegou bem perto do menino e preparou o grito.
Mas, quando ele olhou para o rosto do garoto, viu uma lágrima escorrendo. O menino não precisava de mais medo. Ele já estava assustado com o escuro. Ele precisava de… calor.
O coração de Plim (que era feito de neblina morna) apertou. Ele esqueceu o “BUUU”.
Silenciosamente, Plim desceu. Ele não atravessou a parede. Ele pousou suavemente sobre o menino, esticando suas pontas de lençol. Ele cobriu os ombros gelados da criança.
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O menino parou de tremer. Ele sentiu algo macio e leve pousar sobre ele. Não era pesado como um cobertor de lã, era leve como um abraço de nuvem. O cheiro de lavanda de Plim encheu o quarto.
— Obrigado… — sussurrou o menino, fechando os olhos e parando de chorar.
Plim ficou ali a noite toda, imóvel, servindo de cobertor mágico. Ele não cumpriu a tarefa da escola. Ele falhou em ser um monstro. Mas, vendo o menino dormir tranquilo sob sua proteção, Plim descobriu que ser um “fantasminha de guarda” era muito mais heróico do que ser um pesadelo.
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