Francisco e o Tesouro do Jardim

A terra úmida entrou nas unhas de Francisco. Ele cavava com vontade, jogando areia para trás por entre as pernas.

O cheiro de grama cortada e minhoca molhada era o melhor perfume do mundo para um cachorro de orelhas caídas.

Francisco parou e cheirou o buraco. Snif, snif. Ainda não estava fundo o bastante. Ele precisava esconder seu bem mais precioso: um osso de borracha que fazia nhec-nhec quando mordia.

Ele colocou o brinquedo no fundo, cobriu com terra e pisou em cima para compactar.

— Pronto. Seguro para sempre — pensou ele, abanando o rabo.

Mas, cinco minutos depois, a saudade bateu. E se o osso estivesse sozinho e com frio lá embaixo?

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Francisco correu de volta. Cavou, cavou, cavou. Pegou o osso, sacudiu a terra e deitou com ele na varanda. Ele percebeu que tesouro bom não é aquele que a gente esconde, é aquele que a gente mantém por perto para brincar toda hora.


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